Algumas fotografias do curso

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competencias

Competências:

Pessoais Sociais Profissionais
Simpática Amigável Motivada
Sociável Simpática Responsável
Amigável Preocupada Interessada
Compreensiva Entreajuda
Responsável Assídua
Motivadora Pontual
Interessada Compreensiva

Sandra Conceição nº13 2ºTAI

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CURRICULUM VITAE

Modelo europeu de curriculum vitae

informação pessoal
Nome Sandra Filipa Sousa da Conceição
Morada Rua Direita, nº10, Sancheira Grande
Telefone 916764887
Fax
Correio electrónico Sandra_sa_13@hotmail.com
Nacionalidade Portuguesa

Data de nascimento

15 / Junho / 1992
formação académica

               

  • Datas (de – até)
  • Nome e tipo de organização de ensino ou formação
  • Designação da qualificação atribuída
  • Classificação obtida

 

  • Datas (de – até)

De 2009 até 2011

Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro – Caldas da Rainha

Curso Técnica de Apoio à Infância e 12º Ano

Estou a frequentar

De 2008 até 2009

  • Nome e tipo de organização de ensino ou formação
  • Classificação obtida

Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro – Caldas da Rainha

Cef Práticas Comerciais

9º Ano

  • Datas (de – até)

De 2002 até 2008

Nome e tipo de organização de ensino ou formação

Escola C+S Josefa de Óbidos

8º Ano

• Classificação obtida

Datas (de – até)

De 1998 até 2002

Nome e tipo de organização de ensino ou formação

Escola Primária de Sancheira Grande

• Classificação obtida

4º Ano

Experiência profissional

Datas (de – até)

De 2007 até 2010 (Julho e Agosto)

Nome e endereço do empregador

Empresa de Frutas, Sancheira Grande

Função ou cargo ocupado

Apanhar Fruta

Principais actividades e responsabilidades

Aptidões e competências pessoais

Primeira Língua

Português.
Outras Línguas
  Inglês

Francês

Compreensão escrita Elementar
Expressão escrita Elementar

Expressão oral

Elementar

 

 

Francês
Compreensão escrita Bom
Expressão escrita Elementar

Expressão oral

Bom

aptidões e competências sociais

Frequento o rancho folclórico Estrelas do Arnóia.

Pratico Natação.

aptidões e competências de organização

Participo nas festas do rancho e salão desportivo.

aptidões e competências técnicas

Conhecimento de trabalhos na área do comércio (com curso)

aptidões e competências artisticas

Gosto de dançar.

Gosto de teatros.

Gosto de trabalhos manuais.

 outras aptidões e competência

Dança e teatro.
Carta de Condução

Sim.
Informação Adicional

Posso ser contactada por telefone, E-mail ou correio.
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Doc.6 – Dicas para entrevista

Doc.6 – Dicas para entrevista

Dicas para Entrevista

As perguntas mais comuns na entrevista

Depois de candidatar-se a dezenas de vagas e fazer centenas de buscas pela internet e pelos jornais, finalmente surge a oportunidade de uma entrevista. Aí bate aquele medo, aquela insegurança de “e se eu fizer alguma coisa errada e colocar tudo a perder?”. Para minimizar esse risco é preciso que você se antecipe e saiba tudo o que pode acontecer durante essa etapa do processo selectivo. Para isso, simulamos uma lista completa das perguntas – e das respostas – mais frequentes que os entrevistadores costumam fazer.
Simule a entrevista várias vezes até que você se sinta seguro para responder a todas as perguntas. Leia com atenção, treine e boa sorte!!!

1. Fale sobre você.

Essa resposta deve ser muito bem praticada. Procure ser sucinto, directo e focalize os resultados. Fale somente sobre assuntos profissionais.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo?
Seja específico. “Quero ser gerente”,  “educadora”, por exemplo.

3. Quais são seus objetivos a longo prazo?
Fale em termos profissionais, sendo bem objectivo: Mostre também que traçou metas, pretende fazer cursos. É recomendável não se referir à vida particular.

4. O que você procura num um determinado emprego?
Desafio, envolvimento e oportunidade para contribuir para a empresa. Essa é uma das melhores respostas.

5. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Sim. Dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.

6. Por que devemos contratá-lo?  Como é que você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa?
Conte os benefícios que você vai trazer e como pode, com seu desempenho, gerar lucros para a empresa.

7. O que você sabe sobre nossa organização? O que te atrai nela?
Para responder da melhor forma a essa pergunta, é preciso preparar-se fazendo uma pesquisa sobre a empresa. Os melhores meios de encontrar informação são no próprio site da empresa, em revistas e conversando com pessoas que trabalham e trabalharam lá.

8. Fale sobre resultados que tenha alcançado e que lhe tenham dado grande satisfação.

Liste as maiores realizações na sua carreira ou no seu emprego actual.
Escolha bem essas realizações e mencione aquelas mais recentes e condizentes com seu objectivo profissional.

9. Quais são seus pontos fortes?
Fale das características universalmente desejadas, tais como entusiasmo, persistência,  dedicação, criatividade, iniciativa (pró-actividade) responsabilidade e competência na área técnica.

10. Quais são seus pontos fracos?
Nunca mencione algo muito negativo. Responda aquilo que, na realidade, é positivo. Tal como exigente demais, impaciente, perfeccionista.

11. O que você não gostava no seu emprego anterior? Por qual motivo você saiu (ou quer sair) da empresa? Deve dizer que gostava do emprego. Jamais se queixe, não deve nunca falar mal. Não aponte defeitos do emprego anterior. Se você foi demitido conte o motivo. Se está saindo por vontade própria, fale que está em busca de novos desafios e aprendizagens.

12. Você poderia descrever alguma situação na qual seu trabalho tenha sido criticado?
Não deve reconhecer críticas ao seu trabalho, mas dizer que certas vezes ele foi discutido e com isso, você sempre aprendeu e cresceu.

13. Como avalia a empresa em que trabalha actualmente e as em que já trabalhou?
Outra vez, não se queixe. Fale algo de bom. Por exemplo, que a empresa tem um bom produto e possui potencial para crescimento.

14. Você tem espírito de liderança? Conte um facto que demonstre isso.
Responda a essa pergunta com realizações do seu passado.

15. Você contribui para o aumento das vendas, dos lucros?  Como?
Exemplifique com resultados e realizações da sua carreira.

16. Você ajudou a reduzir custos?  Como?
Exemplifique com resultados e realizações.

17. O que você considera importante num colaborador?
Cite as competências para o cargo, além de dedicação ao trabalho, boa índole, iniciativa, criatividade e entusiasmo.

18. Descreva um típico dia de trabalho no actual/ último emprego.
Essa pergunta é para conhecer seu nível de energia. Procure descrever um dia bastante activo e tente mostrar alto nível de energia.

19. Que tipo de decisões são mais difíceis para você?
Deve demonstrar sua capacidade analítica e dizer que aborda o processo decisório de forma lógica, identificando as alternativas da decisão. Como ser humano, sabe que as decisões mais difíceis são as referentes à vida dos seus subordinados.

20. O que sente dificuldade em realizar?
Não se deve mencionar nada negativo, só positivo. Diga que enfrenta as necessidades do seu trabalho e que não escolhe o tipo de trabalho.

21. O que você tem feito que mostra iniciativa? Qual o seu nível de iniciativa? Dê exemplos.
Sua resposta deverá ser uma série de realizações de sua carreira.

22. Com que tipo de pessoa você prefere trabalhar? Com que tipo de pessoa você encontra dificuldade em trabalhar?
Novamente não mencione nada de negativo. Você pode dizer que não há melhor ou pior pessoa para trabalhar. Há pessoas diferentes. Claro que sempre é bom trabalhar com pessoas bem humoradas e que gostem de lidar com pessoas. Mas diga que se adapta às necessidades do trabalho e que se relaciona facilmente, tanto com operários como com a direcção da empresa.

23. Se pudesse começar tudo de novo, o que faria diferente em sua carreira?
Deve mostrar ser uma pessoa segura, dizendo que basicamente não mudaria nada. Obviamente, existem pequenas coisas na nossa carreira que poderiam ter sido feitas melhor e deveriam ser corrigidas. Procure não mencioná-las.

24. Em qual tipo de ambiente de trabalho se sente mais confortável?
Mais vale dizer que não há ambiente ideal. Que se adapta a qualquer tipo de ambiente.

25. Por que escolheu esta carreira?  
Para essa pergunta não há resposta certa ou errada. Aqui o que vale é ser sucinto e coerente.

26. Descreva uma situação difícil que teve e como fez para sair dela.
Procure uma situação difícil e de grande relevância para o bom andamento da empresa, que você tenha solucionado.

27. Você estaria disposto a mudar de cidade, ou país? E trabalhar além do horário de trabalho?  
Fale a verdade sobre sua disposição quanto a mudar de cidade e principalmente, coloque as opções e condições para que a mudança aconteça, já que isso interfere na vida da família. Quanto ao facto de trabalhar além do horário determinado, responda de imediato: “Claro, sempre que houver necessidade”.

28. Na prática, o que é que esses cursos (faculdade, formação extra…) contribuíram para sua formação? Em que mudou?
Avalie bem e tente descobrir as contribuições e mudanças que ocorreram graças aos cursos.  De qualquer forma, diga que contribuíram não só em conhecimentos técnicos como também para o seu crescimento pessoal e no relacionamento com as pessoas.

29. Qual seria seu emprego ideal?
Tente descrever o emprego mais próximo daquele que está sendo oferecido pela empresa.

30. O que faz no seu tempo livre? Tem algum hobby?
Fale a verdade. Mas saiba que é importante ter hobbies e ocupações no seu tempo livre. Isso demonstra sua preocupação com o seu desenvolvimento pessoal, sua habilidade em administrar seu tempo e o seu bom relacionamento com as pessoas.

31. Onde  se vê daqui a cinco anos?
Mostre que já traçou um plano consistente de carreira e que sabe o que fazer para realizá-lo.

32. Qual o último livro que leu?
A pergunta subliminar é “Você tem o hábito de Leitura?”. Pode ser que as suas leituras estejam atrasadas, mas você lê constantemente jornais comuns e artigos especializados, revistas . Comente, então, os artigos mais recentes. Nunca cite “O pequeno príncipe”, dramaturgias comuns e banais; volte-se para literaturas que irão desenvolver o seu potencial profissional. Em tempo: nunca vá a uma entrevista sem ter lido o jornal do dia.

33. Você prefere trabalhar sozinho ou em equipa? Dependendo do tipo de trabalho, o profissional desenvolve seus trabalhos com maior ou menor grau de contacto com pares, superiores e subordinados. Tudo dependerá do cargo.

34. Quando você ou seus colegas estão vivendo um dia mau, o que faz para contornar a situação?

Devemos dizer a verdade. Se você utiliza algum artifício para quebrar o clima negativo e fazer com que as pessoas tirem o seu foco do que tem causado desconforto, cite-os.

35. Descreva a sua filosofia de vida.
Diga quais são os princípios que permeiam seus actos, sua vida.

36. Se você não precisasse do dinheiro, o que estaria fazendo?
Mencione quais seriam as suas actividades nesta situação, mas devem ser situações que realmente agreguem valores ao seu desenvolvimento pessoal. É importante que o candidato passe sempre uma imagem empreendedora, activa, dinâmica, de quem busca sempre crescer.

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Doc.5 – Competências profissionais par o séc.XXI

Doc.5 – Competências profissionais para o século XXI

A revolução tecnológica experimentada nos últimos anos pelo sistema produtivo, tem pressionado as empresas a exigirem um trabalhador com outras competências que não se faziam necessárias ao modelo taylorista/fordista de produção; que praticamente separava os que faziam dos que pensavam. À medida que as empresas vão assimilando essas mudanças, vão requisitando profissionais com novas qualidades. Dessa forma, as exigências das empresas sobre o trabalhador se ampliam, é o que mostra a pesquisa seguir. Divulgada por Gilberto Dimenstein (via Internet) e realizada pela Associação Americana de Administradores Escolares.

Competências que os jovens deverão desenvolver para possuírem uma melhor qualificação para o século XXI: (SALM, 1998, p.239).

􀂾 Habilidade de comunicação escrita e oral;

􀂾 leitura abrangente e habilidades de compreensão;

􀂾 utilização da matemática, lógica e habilidade de raciocínio;

􀂾 alfabetização funcional e operacional e entendimento de estatística;

􀂾 fundamento de conhecimento científico, incluindo a ciência aplicada;

􀂾 habilidade para usar computadores e outras tecnologias;

􀂾 habilidade para fazer pesquisas e aplicar e interpretar os dados;

􀂾 conhecimento da história e do governo para operar numa sociedade democrática;

􀂾 a compreensão da história mundial e os negócios no mundo;

􀂾 conhecimento de geografia mundial;

􀂾 conhecimento de línguas estrangeiras;

􀂾 raciocínio e pensamento crítico e habilidade na resolução de problemas;

􀂾 autodisciplina e habilidade para agir com responsabilidade;

􀂾 aplicação de princípios éticos e estabelecimento e avaliação de metas;

􀂾 adaptabilidade e flexibilidade;

􀂾 habilidades interpessoais críticas, incluindo falar, ouvir e fazer parte de uma equipe;

􀂾 respeito pelo valor dos esforços, entendimento da ética do trabalho e necessidade de contribuições individuais e autodisciplina;

􀂾 estar entusiasmado sobre a vida e estabelecer metas para um aprendizado permanente;

􀂾 entendimento multicultural, incluindo ideias na diversidade e a necessidade de uma perspectiva internacional;

􀂾 resolução de conflitos e habilidade de negociação;

􀂾 entender e praticar honestidade e integridade;

􀂾 entendimento e respeito por aqueles não semelhantes, a apreciação da diversidade;

􀂾 capacidade de assumir maior responsabilidade por suas próprias acções.

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Doc.4 – A escolha profissional

Doc. 4 – A Escolha Profissional


Dependendo de seu momento actual, algumas perguntas podem relacionar-se directamente com a sua vivência presente; outras, podem remeter para as suas experiência passadas. De um modo ou de outro, todas as perguntas têm o intuito de levá-lo a reflectir sobre seus processos de escolha.

1-Você já teve receio de que seus pais ou amigos não aprovem a sua escolha?

2-Você já teve medo de não conseguir escolher uma profissão?

3 – Você já sentiu que é muito cedo para fazer uma escolha que “será para a vida toda”?

4 – Você já ouviu frases como “não escolha esta profissão, isto não dá dinheiro!” ou “escolha aquela profissão pois é profissão de futuro!”?

5 – Você já sentiu que gosta de tantas coisas que torna-se difícil optar por uma apenas?

6 – Você tem dificuldade em imaginar o que estará fazendo daqui a dez anos?

 

Influências no processo de Escolha Profissional

Por Tatiana Kowarski

 

Quais seriam as influências a que estamos submetidos ao efectuar uma escolha profissional? Algumas advém do meio externo, outras são mobilizadas por processos psíquicos internos. Ambas são inerentes ao processo de escolha e podem ou não configurar fontes de conflito. Devem, portanto, ser levadas em consideração, já que podem acarretar dificuldades e até mesmo impasses na realização de uma escolha autêntica, de uma escolha que seja fruto do seu próprio desejo.

Conheça agora algumas das principais influências no processo de escolha profissional:

* OS PAIS E A FAMÍLIA
Intensas pressões podem vir da família, tanto para que se escolha uma determinada profissão, quanto para que não se escolha outra. As expectativas, os valores e os projectos familiares, por mais bem intencionados que sejam, são como “marcas de um desejo do outro”, que incidem sobre nós e influenciam nossas escolhas – explícita ou implicitamente. Muitas vezes, sem nem perceber, identificamo-nos com estes desejos. Com isso, perdemos um pouco a capacidade de nos diferenciarmos destes “desejos do outro”. Discriminar “o que querem de mim” de “o que eu quero para mim” é por isso importante. Qual é, de facto, o seu desejo?

* OS AMIGOS E O GRUPO SOCIAL
As pressões do grupo social do qual fazemos parte também exercem forte influência. Do mesmo modo como ocorre com a família, muitas vezes nos misturamos com o desejo de nossos amigos – o que é natural, pois na constituição de qualquer grupo, o que o mantém unido é um certo sentimento de identidade que muitas vezes pode confundir-se com a identidade profissional dos membros do grupo. O receio de não ser aceite pelo grupo em função de uma determinada escolha também pode interferir no processo. Deixar-se levar por esta influência – muitas vezes sem nem se dar conta disso – pode ocasionar conflitos e prejudicar a realização de uma escolha autêntica.

* O MEIO SÓCIO-CULTURAL
Também sofremos pressões em função do meio sócio-cultural no qual estamos inseridos. O sistema de valores sócio-cultural dita regras implícitas e explicitas quanto a quais profissões são consideradas fonte de status social e quais são vistas com preconceito. Além disso, é este contexto que determina, em grande medida, o tipo de informação que recebemos – o que vai influenciar fortemente as escolhas realizadas. Não se escolhe aquilo a que não se teve acesso, que não se sabe que existe. Outra questão relevante como influência directa na escolha profissional são os estímulos que nos levam a desenvolver determinadas aptidões e habilidades, bem como a desenvolver interesse por determinadas áreas. Estes estímulos também são determinados pelo meio em que nos encontramos.

* OS PRECONCEITOS COM RELAÇÃO ÀS PROFISSÕES
Alguns preconceitos relacionam-se com crenças instituídas acerca da realidade socioprofissional como: “tal profissão não dá dinheiro”, “não há mercado para aquela profissão”, etc. Há ainda outras formas de preconceito, como os relacionados ao género feminino ou masculino: “essa profissão é para mulheres; sou homem, não posso fazer isso” ou “não existem mulheres nesta actividade, não vou conseguir inserir -me “. Trata-se, portanto, de estereótipos, de “pré-conceitos” sobre actividades e profissões.

Condições facilitadoras da escolha profissional

Se o caminho para efectuar a escolha é tão complexo, se há tantas variáveis interferindo e até mesmo provocando conflitos e dificuldades, haveria como contrapartida condições facilitadoras para a realização da escolha profissional? Sim, é claro que há condições facilitadoras. São como os alicerces para a construção de seu projecto profissional, a saber:

* AUTO-CONHECIMENTO
Saber “quem você é” para saber “quem você quer ser”. Significa entrar em contacto com seus valores, seus interesses, suas potencialidades, dificuldades e limites. Ampliar a auto-percepção abrindo caminho para discriminar o seu desejo.
* INFORMAÇÃO PROFISSIONAL
Para saber “quem se quer ser” é preciso saber “o que há para ser”. Há diversas fontes de informação, tais como guias de profissões vendidos em bancas de jornal, internet, universidades, etc. Pesquise, converse com profissionais, visite universidades e campos de actuação profissional. A informação é fundamental, inclusive, para corrigir distorções acerca do seu conceito sobre as profissões, confrontando dados de realidade e construindo conhecimento.
* EQUILÍBRIO EMOCIONAL
É fundamental para conseguir olhar para si e se enxergar. Perceber quem você é – articulando seu auto-conhecimento com as informações profissionais e os dados de realidade. Equilíbrio emocional possibilita bancar uma escolha, aceitar arriscar-se e apostar no seu futuro.
* AUTO-ESTIMA
Acreditar em si mesmo, acreditar na sua competência, acreditar em sua capacidade de se perceber e de efetuar uma escolha. Apostar no seu desejo. Escolher é um ato de coragem e a auto-estima é como a força que sustenta essa coragem.


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Doc.3 – Promoção de competências

Doc. 3 – Desenvolvimento vocacional e promoção de competências
Carlos Manuel Gonçalves

Palavras-chave: Desenvolvimento vocacional, competências

O desenvolvimento vocacional, constitui-se como dimensão integradora do desenvolvimento psicológico global, referenciando-se à confrontação do indivíduo com as sucessivas tarefas relacionadas com a elaboração, implementação e reformulação de projectos de vida multidimensionais, ao longo do ciclo vital, onde estão em jogo a educação, a formação, a qualificação e a actividade profissional, na articulação com a escolha de um estilo de vida que comporta a coordenação dos diferentes papéis da existência: familiar (como filho(a), cônjuge, pai ou mãe), cidadão, consumidor, membro de grupos de vária ordem, etc…  (Campos, 1991)

Desde este ponto de vista, não fazem qualquer sentido as clivagens entre desenvolvimento vocacional e as outras dimensões do desenvolvimento humano. Assim conceptualizado o desenvolvimento vocacional, como a trajectória que cada sujeito constrói nos quotidianos das suas vidas pelos múltiplos papéis em que cada história se concretiza, poderá ser considerado como a dimensão de síntese, de integração de todas as dimensões da existência e, deste modo, a sua promoção é inseparável da promoção das múltiplas dimensões do desenvolvimento psicológico (Campos, 1980).

Assim, definiria competência como um conjunto integrado e estruturado de saberessaberes-fazer, saberes-ser e saberes-transformar-se – a que o sujeito terá que recorrer e mobilizar para a resolução competente das várias tarefas com que é confrontado ao longo da sua vida, assumindo uma consciência crítica das suas potencialidades e recursos bem como dos constrangimentos psicossociais em que se contextualiza, em ordem a realizar projectos viáveis nas várias dimensões da sua existência.

Portanto, as competências não se restringem às mobilizadas para o exercício das actividades profissionais –– as mais valorizadas e referenciadas que, embora reconhecendo que o trabalho (incluindo o tempo de preparação para o mesmo, a formação profissional) ocupe um terço do nosso tempo (Imaginário,1998), com mais ou menos centralidade, tendo incidências óbvias nas outras dimensões da vida, também me atrevo a afirmar que as dimensões mais significativas das nossas vidas, que implicam o desempenho de outros papéis, apelam para a activação de competências mais energéticas e emocionais que não são mobilizadas preferencialmente no papel profissional, mas obviamente com implicações neste.

Embora o leque de competências específicas valorizadas pelos empregadores seja alargado (por ex., domínio da leitura, escrita, cálculo actualizado; capacidade de iniciativa e criatividade; autonomia no trabalho e trabalhar em equipa; capacidade de aprender sempre, sendo capaz de resolver novos problemas; saber definir um projecto e avaliar os resultados; capacidade de recolher, tratar e utilizar informação pertinente; saber ouvir e integrar pontos de vista; ter uma forte cultura organizacional; possuir auto-estima, motivação e vontade de prosseguir o desenvolvimento pessoal e social; capacidade de empreendimento), as mais valorizadas são as de tipo geral e transversais, o que a OCDE denomina por “competências gerais e transferíveis”, pois são estas que garantem a estrutura das competências específicas (Azevedo, 1998).

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